vilmamachado
19 de abr.2 min de leitura
Pensar com vozes herdadas. Escutar entre mundos ainda separados.
Uma amiga me escreveu a partir de um post meu e me deixou uma pergunta cuja precisão me deteve. Se a tradição filosófica publicada é majoritariamente masculina, isso pode gerar distorções, ou ao menos dúvidas, em nós, mulheres. A força da pergunta não está apenas no que enuncia, mas no tempo em que se coloca. Não pergunta o que uma herança produziu, pergunta o que uma estrutura ainda produz. E isso desloca inteiramente o problema. Porque a questão deixa de ser apenas a compos







